Pular para o conteúdo principal

Short-Course: Lobby Regulation and Political Ethics in Contemporary Government: Lessons from Experiences Around the Democratic World


Aberto para alunos de graduação e pós-graduação em Administração Pública e Governo da FGV/EAESP e público externo, o Centro de Estudos em Administração Pública e Governo (CEAPG) promove:

 

Mini-Curso:

Lobby Regulation and Political Ethics in Contemporary Government: Lessons from Experiences Around the Democratic World[1]

Professor Clive S. Thomas, Ph.D. Fellow no Thomas S. Foley Institute for Public Policy and Public Service,  Washington State University.

 

This short course will examine the strengths and weaknesses of interest group and lobby regulation in advancing political ethics and combating corruption in a country.  It will draw on lessons from around the democratic world including: the United States, Europe and Australia.  The course will provide an overview of the many choices that governments face in regulating lobbying.  The essence of the argument that will be presented is that lobby regulation is only one of several provisions that need to be in place to aid in advancing political ethics and public transparency.  The core of the argument presented, however, will be that laws and regulations must be based on a political culture foundation of the willingness to work to eliminate unethical and corrupt conduct.   

 

Data: 24/09 das 14:00h as 17:00h

Local: Fundação Getúlio Vargas – EAESP - Av. Nove de Julho, 2029 – sala 806

Inscrições até 22/09: enviar e-mail para giovanna.lima@gvmail.br com nome completo e RG.



[1] O mini-curso será ministrado em inglês e não haverá tradução simultânea.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

CENÁRIO É FAVORÁVEL À REGULAMENTAÇÃO DO LOBBY, DIZEM ESPECIALISTAS E PROFISSIONAIS

BROADCAST ESTADÃO

26/11/2018 10:23:13 - POLÍTICO ESPECIAL:

CENÁRIO É FAVORÁVEL À REGULAMENTAÇÃO DO LOBBY, DIZEM ESPECIALISTAS E PROFISSIONAIS

São Paulo, 26/11/2018 - O governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) pode favorecer a regulamentação do lobby no Brasil, avaliaram especialistas e profissionais que atuam nesse setor. O assunto está em discussão no Congresso há décadas, mas projetos que procurem determinar regras claras para a representação de interesses privados junto ao poder público até hoje custam a avançar no Legislativo. O presidente da Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig), Guilherme Cunha Costa, afirma que integrantes do futuro governo Bolsonaro têm dado sinais favoráveis ao andamento dessa pauta no Congresso. "O agora ministro Sérgio Moro, logo na posse, deu uma sinalização forte de regulamentação e de como deve se dar o diálogo entre o público e o privado. Isso é muito importante, não só para nós, mas para toda a sociedad…

Gênero e Relações Governamentais

Gênero e Relações Governamentais Andréa Gozetto (FGV/IDE) Manoel Santos (UFMG) Eduardo Galvão (Pensar RelGov) Bruno Pinheiro (UFMG)

Em 2018, a Pensar RelGov atualizou os dados da pesquisa “O Perfil do Profissional de Relações Governamentais”, realizada em 2015. Para essa atualização, foram entrevistados 265 profissionais da área. Os resultados obtidos nos permitem analisar diversas questões, entre elas: gênero, nível hierárquico, grau de instrução e remuneração dos indivíduos entrevistados.Nossa amostra é composta por 58,1% de profissionais do gênero masculino e 41,9% do gênero feminino. É relevante pontuar que essa proporção é inversa a encontrada na população brasileira, composta por 48,5% de homens e 51,5% de mulheres[1]. No quadro retratado por nossa amostra há 16% de homens a mais atuando em Relações Governamentais do que mulheres.Gráfico 1 – Profissionais de RIG por gênero Fonte: Pensar Relgov, 2018.A pesquisa “Estatísticas de gênero — Indicadores sociais das mulheres no Brasil"…

PERFIL DO PROFISSIONAL: FABÍOLA NADER MOTTA

“Trabalho perene, contínuo, no qual você não escolhe candidatos, partidos, lados. Muita transparência, ética e compliance” Conversar com alguém que está radicado em Brasília é sempre um exercício de adivinhação. A cada frase, desponta uma mistura de sotaques típica da capital federal. Com Fabíola Nader Motta, gerente de relações institucionais da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), não é diferente. A cada frase, a cada cadência, o interlocutor aposta em uma região do Brasil. Mas o que aparenta é um leve acento mineiro. Fabíola, filha de militar que serviu em várias partes do País, nasceu em Juiz de Fora (MG) e se mudou muito jovem para Brasília. Pelo histórico familiar e pela profissão que escolheu, ela é, aos 31 anos, uma típica brasiliense. Outro aspecto da fala também não passa despercebido. As frases redondas, repletas de dados, resumem outra característica – desta vez, profissional. O poder de articulação e convencimento demonstra o preparo para exercer a atividade q…