Pular para o conteúdo principal

CALL FOR PAPERS: SPECIAL ISSUE OF INTEREST GROUPS & ADVOCACY

LEARNING TO LOBBY: PROGRAMS, PRACTICE, AND PERSONALITY Deadline: 1 March 2014 Guest Editor: Conor McGrath, Public Affairs Consultant & Independent Scholar, Dublin, Ireland Among the topics which articles might cover are: • Can effective lobbying skills be learned – are good lobbyists born or taught (Goldman, 2012)? • What subjects do / should be include in the curriculum of a public affairs and lobbying course? • How can real-world, experiential, learning be built into higher education lobbying programs, and how can academic theory be incorporated into industry-driven training courses? • Can or should lobbying education reach a point where possession of an academic qualification could serve as a requirement of entry to the profession? • What are the typical experiential profiles of lobbyists at different stages of their careers, in different countries? • Do professional associations have a role to play in providing or accrediting lobbying courses (Rawel, 2002)? • How can in-house lobbyists be trained to adjust to a new position in consultancy, and vice versa? • Should university courses on public affairs and lobbying be based in departments of political science, or business / management, or communication? • Are there distinctively US, European or Asian models of lobbying training and education? • Would it be useful to have an international association of academics who specialise in lobbying (perhaps similar to NASPAA in the field of public policy and administration, or to the Public Relations Division of the Association for Education in Journalism and Mass Communication), and if so, how can one be established? • What steps can be taken to encourage and promote greater dialogue between academics and lobbying practitioners? Contributions would be particularly welcomed from: academics who run university programmes aimed at lobbyists or aspiring lobbyists; organisations which provide in-career professional development training; associations which represent lobbyists; recruitment consultants with a detailed knowledge of the skills which lobbyists’ employers value; and lobbyists with considerable experience of hiring colleagues. If you are interested in submitting an article to this Special Issue, please contact: Conor McGrath, Public Affairs Consultant & Independent Scholar, Dublin, Ireland conor.p.mcgrath@gmail.com Articles may be of between 3,000 and 8,000 words, and must include an Executive Summary of 400-500 words written for a non-academic audience. Submissions must be original and unpublished works, and must not be submitted elsewhere while under consideration by Interest Groups & Advocacy. All submissions will be double-blind reviewed. Manuscripts should follow the style requirements of Interest Groups & Advocacy – available at http://www.palgrave-journals.com/iga/author_instructions.html. Please ensure that the first page of your submission has only the manuscript title, and the name, institutional affiliation and contact details of each author. Following pages should not contain any identifying references which would indicate to reviewers who the piece is authored by. Submissions due by: 1 March 2014 Peer Review Decisions will be made by: 1 July 2014 Final Submissions due by: 1 October 2014 Publication of Special Issue by: Spring 2015

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

POR QUE MONITORAR O LEGISLATIVO?

A primeira vez em que ouvi a palavra lobby em sua acepção política, eu estava terminando o mestrado em Sociologia Política na Unesp-Araraquara. Esse tema, muito inovador no Brasil, estava em alta na Europa, porque os acadêmicos iniciavam suas investigações para compreender a fundo as estratégias e táticas dos grupos de interesse que haviam se instalado em Bruxelas com o objetivo de influenciar o ciclo de políticas públicas no Parlamento Europeu. Era 1998 e, apesar de ter cursado Ciências Sociais, jamais tinha estudado grupos de interesse ou lobby. Estranhamente, ainda hoje é raro encontrar, na literatura de Ciência Política voltada a estudantes de graduação, uma obra que defina e discuta esses termos apropriadamente. Extremamente incomodada com o que me pareceu uma grande contradição, comecei a estudar o assunto. A literatura em português era pífia e toda a cobertura jornalística sobre a atividade de lobby a associava a corrupção e tráfico de influência. Resolvi enfrentar o desafio d…

CENÁRIO É FAVORÁVEL À REGULAMENTAÇÃO DO LOBBY, DIZEM ESPECIALISTAS E PROFISSIONAIS

BROADCAST ESTADÃO

26/11/2018 10:23:13 - POLÍTICO ESPECIAL:

CENÁRIO É FAVORÁVEL À REGULAMENTAÇÃO DO LOBBY, DIZEM ESPECIALISTAS E PROFISSIONAIS

São Paulo, 26/11/2018 - O governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) pode favorecer a regulamentação do lobby no Brasil, avaliaram especialistas e profissionais que atuam nesse setor. O assunto está em discussão no Congresso há décadas, mas projetos que procurem determinar regras claras para a representação de interesses privados junto ao poder público até hoje custam a avançar no Legislativo. O presidente da Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig), Guilherme Cunha Costa, afirma que integrantes do futuro governo Bolsonaro têm dado sinais favoráveis ao andamento dessa pauta no Congresso. "O agora ministro Sérgio Moro, logo na posse, deu uma sinalização forte de regulamentação e de como deve se dar o diálogo entre o público e o privado. Isso é muito importante, não só para nós, mas para toda a sociedad…

PERFIL DO PROFISSIONAL: FABÍOLA NADER MOTTA

“Trabalho perene, contínuo, no qual você não escolhe candidatos, partidos, lados. Muita transparência, ética e compliance” Conversar com alguém que está radicado em Brasília é sempre um exercício de adivinhação. A cada frase, desponta uma mistura de sotaques típica da capital federal. Com Fabíola Nader Motta, gerente de relações institucionais da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), não é diferente. A cada frase, a cada cadência, o interlocutor aposta em uma região do Brasil. Mas o que aparenta é um leve acento mineiro. Fabíola, filha de militar que serviu em várias partes do País, nasceu em Juiz de Fora (MG) e se mudou muito jovem para Brasília. Pelo histórico familiar e pela profissão que escolheu, ela é, aos 31 anos, uma típica brasiliense. Outro aspecto da fala também não passa despercebido. As frases redondas, repletas de dados, resumem outra característica – desta vez, profissional. O poder de articulação e convencimento demonstra o preparo para exercer a atividade q…