Pular para o conteúdo principal

A ABA – Associação Brasileira dos Anunciantes – realiza no dia 21 de outubro, em São Paulo, o VII Fórum ABA de Relações Governamentais.

No evento serão discutidas pautas como a visão e as práticas de análise política em suas diversas frentes, os impactos e expectativas em torno da Legislação específica da Publicidade, oportunidades de criação de um diálogo mais eficaz entre os diversos setores envolvidos. Além disso, buscar entender até onde as novas configurações políticas podem contribuir para o futuro dessas relações. Lucélio de Moraes, Gerente Geral de Relações Governamentais do Grupo Votorantim e Presidente do Comitê de Relações Governamentais da ABA; Priscila Cruz, Diretora Jurídica da Danone e Vice-Presidente do Comitê; Guilherme Farhat Ferraz, Presidente da Semprel e Presidente do Comitê de Análise da Conjuntura Política Brasileira da Amcham/DF; e Ricardo Sennes, Sócio-Diretor da Prospectiva Negócios Internacionais & Políticas Públicas mostrarão quais evoluções podem esperar do sistema político brasileiro, a partir dos resultados das recentes eleições para Câmara e Senado. A discussão também aborda o amadurecimento dos cidadãos e como a nova leva de eleitores jovens determinam um quadro social, que reflete expectativas e propostas transformadoras. O Fórum foi criado para Gestores e profissionais de Relações Governamentais, Assuntos Corporativos e Institucionais, Comunicação Corporativa, Relações Públicas, Jurídico e Associações de Classe. Consultorias, Escritórios e entidades especializadas. Serviço: Local: Auditório da ABA – Av. Paulista, 352, 6º andar – Cerqueira César – SP Associados da ABA: R$ 250,00. Demais Interessados: R$ 500,00. Incluso: Welcome-Coffee, Break e Certificado de Participação. Mais informações : (11) 3283-4588 ou eventos@aba.com.br

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Consulta pública sobre projeto para regulamentação do lobby (FGV e Transparência Internacional)

O projeto de lei que pretende regulamentar o lobby no Brasil deverá ser apreciado até o final de março!
É importante que todos participem dessa discussão. Por isso, divulgo um trabalho sensacional realizado pelo Centro de Justiça e Sociedade (FGV Direito Rio) e o Grupo de Estudos Anticorrupção (FGV Direito SP), em parceria com a Transparência Internacional - Programa Brasil. Juntos, elesdesenvolveram um conjunto de medidas normativas anticorrupção.
Eu fui uma das especialistas convidadas para elaborar minutas de proposições legislativas sobre a regulamentação do lobby. A minuta que elaborei foi submetidas a um processo de revisão por outros especialistas (blind peer review) e, agora, encontra-se em consulta pública. Cidadãos e organizações da sociedade civil poderão apresentar críticas e sugestões às proposições elaboradas.
Participe!

POR QUE MONITORAR O LEGISLATIVO?

A primeira vez em que ouvi a palavra lobby em sua acepção política, eu estava terminando o mestrado em Sociologia Política na Unesp-Araraquara. Esse tema, muito inovador no Brasil, estava em alta na Europa, porque os acadêmicos iniciavam suas investigações para compreender a fundo as estratégias e táticas dos grupos de interesse que haviam se instalado em Bruxelas com o objetivo de influenciar o ciclo de políticas públicas no Parlamento Europeu. Era 1998 e, apesar de ter cursado Ciências Sociais, jamais tinha estudado grupos de interesse ou lobby. Estranhamente, ainda hoje é raro encontrar, na literatura de Ciência Política voltada a estudantes de graduação, uma obra que defina e discuta esses termos apropriadamente. Extremamente incomodada com o que me pareceu uma grande contradição, comecei a estudar o assunto. A literatura em português era pífia e toda a cobertura jornalística sobre a atividade de lobby a associava a corrupção e tráfico de influência. Resolvi enfrentar o desafio d…

Governo reconhece lobby como profissão. Por que isso ainda diz pouco

Lilian Venturini 21 Fev 2018 (atualizado 21/Fev 18h36) 
Inclusão de atividades em lista federal de ocupação é mais um passo para formalização da prática, que há duas décadas está à espera de regulamentação


O lobby entrou para a lista de atividades reconhecidas como ocupação pelo Ministério do Trabalho. A inclusão significa que a pasta passou a considerar como ofício a atuação de quem defende interesses de empresas e organizações junto a agentes públicos e políticos. A Classificação Brasileira de Ocupações é atualizada constantemente para, segundo o ministério, acompanhar o “dinamismo das ocupações”, considerando as mudanças nos cenários tecnológico, econômico, cultural e social. Há registros sobre a atividade do lobby no país ao menos desde 1940. O reconhecimento como ocupação dá mais segurança ao trabalhador, mas a profissão de lobista, como tal, continua sem uma lei específica que determine o que pode ou não ser feito por este profissional. Cercada de desinformações e ao mesmo tempo e…