Pular para o conteúdo principal

A sinergia entre Relações Governamentais e Compliance em perspectiva estratégica.

Convido a todos para o Q & A "A sinergia entre Relações Governamentais e Compliance em perspectiva  estratégica" com Daniel Sibille, Diogo Brunacci e Thiago Jabor

Sobre os palestrantes:

Daniel Sibille, Executivo da área de Compliance, possui
larga experiência em desenvolvimento e realização de treinamento para funcionários,
equipes de vendas e parceiros de negócios em políticas internas, FCPA, éticas de
negócios e padrões anticorrupção. Pós-graduado em Direito Empresarial (FGV) e em
Direito Civil (Mackenzie), cursando MBA em Marketing, Inovação e Empreendedorismo
(PUC -RS) e é bacharel em Direito (Mackenzie). É coordenador acadêmico da LEC e
professor convidado da FGV-RJ e Insper - SP.

Diogo Brunacci, Executivo da área de Relações Governamentais, atuou em empresas
farmacêuticas, entre elas Eli Lilly, Sanofi-Aventis e Amgen, e em diferentes indústrias,
com um papel de liderança na British American Tobacco, Vale e SAP. Cursou o
mestrado profissional em Gestão e Políticas Públicas da FGV, o MBA em Estratégia
Empresarial da FGV-DF e MBA em Comunicação Corporativa pela ESPM-RJ. É graduado
em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade de Brasília. Na Harvard
Law School, especializou-se no curso de Negociação. É professor do MBA em Relações
Governamentais da FGV/SP.

Thiago Jabor, Mestre em Direito, Estado e Constituição pela Universidade de Brasília
e Mestre em Direito (LL.M.) pela Harvard Law School. É sócio da área de Compliance
e Ética Corporativa do escritório Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr e Quiroga
Advogados. É professor do MBA em Relações Governamentais da FGV/CTBA

Data: 01/03/2018

Local: Auditório FGV

Horário: A partir das 19h

Inscrições:  http://www.fgv.br/eventos/?P_EVENTO=3647&P_IDIOMA=0

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

POR QUE MONITORAR O LEGISLATIVO?

A primeira vez em que ouvi a palavra lobby em sua acepção política, eu estava terminando o mestrado em Sociologia Política na Unesp-Araraquara. Esse tema, muito inovador no Brasil, estava em alta na Europa, porque os acadêmicos iniciavam suas investigações para compreender a fundo as estratégias e táticas dos grupos de interesse que haviam se instalado em Bruxelas com o objetivo de influenciar o ciclo de políticas públicas no Parlamento Europeu. Era 1998 e, apesar de ter cursado Ciências Sociais, jamais tinha estudado grupos de interesse ou lobby. Estranhamente, ainda hoje é raro encontrar, na literatura de Ciência Política voltada a estudantes de graduação, uma obra que defina e discuta esses termos apropriadamente. Extremamente incomodada com o que me pareceu uma grande contradição, comecei a estudar o assunto. A literatura em português era pífia e toda a cobertura jornalística sobre a atividade de lobby a associava a corrupção e tráfico de influência. Resolvi enfrentar o desafio d…

Consulta pública sobre projeto para regulamentação do lobby (FGV e Transparência Internacional)

O projeto de lei que pretende regulamentar o lobby no Brasil deverá ser apreciado até o final de março!
É importante que todos participem dessa discussão. Por isso, divulgo um trabalho sensacional realizado pelo Centro de Justiça e Sociedade (FGV Direito Rio) e o Grupo de Estudos Anticorrupção (FGV Direito SP), em parceria com a Transparência Internacional - Programa Brasil. Juntos, elesdesenvolveram um conjunto de medidas normativas anticorrupção.
Eu fui uma das especialistas convidadas para elaborar minutas de proposições legislativas sobre a regulamentação do lobby. A minuta que elaborei foi submetidas a um processo de revisão por outros especialistas (blind peer review) e, agora, encontra-se em consulta pública. Cidadãos e organizações da sociedade civil poderão apresentar críticas e sugestões às proposições elaboradas.
Participe!

Lobby deveria ser regulamentado no País, avalia pesquisadora Andréa Gozetto da Fundação Getúlio Vargas

Andréa Gozetto, da Fundação Getulio Vargas, afirma que a regulamentação da prática não deve ser vista como 'panaceia'.



Entrevista com Andréa Gozetto, pesquisadora da Fundação Getulio Vargas
Thiago Braga - Estadão 


BRASÍLIA - Atividade pouco conhecida no Brasil, olobbydeveria ser regulamentado, mas, a legislação, sozinha, não representaria uma solução contra desvios. Essa é uma das visões apresentadas pela pesquisadoraAndréa Gozetto, daFundação Getulio Vargas, uma das autoras do livroLobby e políticas públicas(FGV Editora), juntamente com o professor Wagner Mancuso, da Universidade de São Paulo (USP). Ao Estado, Andréa diz que a regulamentação não deve ser vista como “panaceia”. A seguir trechos da entrevista. Por que, na sua opinião, o lobby não foi regulamentado? A questão é que não se consegue entrar num consenso sobre as regras que vão normatizar. Pesquisas mostram que 80% do Congresso é a favor da regulamentação do lobby. Ótimo, mas como? O que vai se exigir? Um credenciamento…